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segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Minuto de Reflexão X

O TURISTA


Conta-se que, no século passado, um turista americano foi à cidade do Cairo, no Egito, com o objetivo de visitar um famoso sábio.

O turista ficou surpreso ao ver que o sábio morava num quartinho muito simples e cheio de livros. As únicas peças de mobília eram uma cama, uma mesa e um banco.

- Onde estão os seus móveis? Perguntou o turista.

E o sábio,depressa, também perguntou: - E onde estão os seus...?

- Os meus?! Surpreendeu-se o turista - Mas estou aqui só de passagem!

- Eu também... Concluiu o sábio.

"A vida na Terra é somente uma passagem... No entanto, muitos vivem como se fossem ficar aqui eternamente. Esquecem que a principal razão da existência é a construção da Alma... Passam grande parte da vida concentrados em acumular posses e/ou satisfazer os apelos do corpo - com seus sentidos desnorteados. Não percebem que a felicidade está nas coisas simples da vida. Talvez demorem para descobrir, ou nunca saibam, o que é o real prazer - algo que não se limita aos delírios e possessões do ego".

Autor Desconhecido

domingo, 30 de setembro de 2007

Minuto de Reflexão IX

Lute Pela Vida


Uma pessoa generosa, ao ver uma borboleta que lutava para sair do seu casulo, e no intuito de ajudar, soltou os filamentos com muita suavidade para fazer uma abertura.

A borboleta libertou-se, emergiu do casulo, as asas agitaram-se, mas não pode voar.

O que essa pessoa generosa não sabia era que somente através da luta pela vida é que as asas poderiam crescer fortalecidas para voar.

A vida da borboleta foi desperdiçada no solo; nunca conheceu a liberdade, nunca realmente viveu.

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

Minuto de Reflexão VIII

A IMPORTÂNCIA DE CADA UM

Cada um que passa na nossa vida,
Passa sozinho...
Porque cada pessoa é única para nós,
E nenhuma substitui a outra...
Cada um que passa na nossa vida,
Passa sozinho,
Mas não vai só...
Cada um que passa na nossa vida,
Leva um pouco de nós mesmos,
E deixa-nos um pouco de si mesmo...
Há os que levam muito,
Mas não há os que não levam nada...
Há os que deixam muito
Mas não há os que não deixam nada...
Esta é a mais bela realidade da vida.
A prova tremenda
Da importância de cada um,
É que ninguém se aproxima
Do outro por acaso.

Saint-Exupéry

terça-feira, 7 de agosto de 2007

Férias: Saber Perder Tempo

“Para tudo há um tempo debaixo dos céus:
Tempo para nascer e tempo para morrer,
Tempo para procurar e tempo para perder,
Tempo para guardar e tempo para deitar fora”
(Ecle 3,1.6).

«Perguntem ao estudante que reprovou, quanto vale um ano! Perguntem à mãe que teve o bebé prematuro, quanto vale um mês! Perguntem aos namorados que não se viam há muito, o valor de uma hora! Para perceber o valor de um minuto, perguntem ao passageiro que perdeu o avião! Para perceber o valor de um segundo, perguntem a uma pessoa que conseguiu evitar um acidente!
(...)
Na escola, na família e na sociedade preparam-nos para o trabalho, mas não nos preparam para o ócio nem nos ensinam a saber “perder tempo”. Não nos faltam meios e propostas para matarmos o tempo, em vez de nos ensinarem a arte de vivê-lo com sabedoria: uns matam o tempo diante do televisor, outros “ocupando os tempos livres” para que nunca estejam livres; outros em actividades radicais, para que nunca cheguem à raiz das coisas e dos problemas… Matamos o tempo para não nos cruzarmos com a morte, e fugimos à morte para não nos encontrarmos com a vida.
(...)
O tempo de férias constitui uma ocasião propícia para acertarmos a vida pelo relógio do sol e pelo ritmo das criaturas. É o tempo em que podemos tapar os ouvidos ao bater das horas, para escutarmos mais as batidas do coração. Longe de ser um tempo para “passar” ou mal gasto, as férias deveriam ser o tempo bem empregue: onde conseguimos arranjar agenda para nós e para os outros; onde redescobrirmos que o dinheiro não é tudo, que as melhores coisas da vida não se compram, pois são grátis, são graça. Longe de ser um tempo de evasão, as férias deveriam ser tempo de encontro, de reflexão, de avaliação; deveriam ser uma ocasião para passarmos do tempo de fazer (ter que fazer), para o tempo de viver, o tempo de experiência da autenticidade e da criatividade; Uma oportunidade para transitarmos das evasivas utopias da máquina do tempo para voltarmos a “ter tempo” e a vivê-lo com magia e fantasia infantil.

Dizia a raposa ao Princepezinho, “foi o tempo que perdeste com tua rosa que fez tua rosa tão importante”. Porque esta continua a ser uma verdade esquecida entre os humanos, é importante que haja quem saiba e ensine a “perder tempo” com o mais importante. E o mais importante continua a ser “criar laços” e “deixar-se cativar”.»
Por Frei Isidro Lamelas, Fonte Ecclesia

"- Não posso brincar contigo, disse a raposa. Ainda ninguém me cativou(...)
- Que significa "cativar"?
- (...) Significa "criar laços"
- Criar laços?
- Isso mesmo disse a raposa. Para mim, não passas, por enquanto, de um rapazinho igual a outros cem mil rapazinhos. E eu não preciso de ti. E tu não precisas de mim. Para ti, não passo de uma raposa, igual a outras cem mil raposas. Mas se me cativares precisaremos um do outro. Serás para mim único no mundo. Serei única no mundo para ti.
- Começo a compreender, disse o pricipezinho. Existe uma flor... creio que ela me cativou.
(...)
- Cativa-me, por favor, disse a raposa.
- Tenho muito gosto, respondeu o principezinho, mas falta-me tempo. Preciso de descobrir amigos e conhecer muitas coisas.
- Só se conhecem as coisas que se cativam, disse a raposa. Os homens já não têm tempo para tomar conhecimento de nada.
Compram coisas feitas aos mercadores. Mas como não existem mercadores de amigos, os homensjá não têm amigos. Se queres um amigo, cativa-me.
- Como é que hei-de fazer?, disse o principezinho.
- Tens de ter muita paciência, respondeu a raposa."
Antoine de Saint-Exupéry
"o Principezinho"

No dia em que conseguirmos todos resolver esta parte da fábula o mundo será melhor.

segunda-feira, 23 de julho de 2007

Minuto de Reflexão VII

Estagnar é o Equívoco


O maior erro está muito próximo das nossas escolhas: fazemo-lo quando, por temor de equivocar-nos, deixamos de arriscar e assim atingir os nossos objetivos.
Não se equivoca o rio quando, ao encontrar uma montanha no seu caminho, retrocede para seguir avançando em direção ao mar; equivoca-se a água que por temor de errar, fica estancada e transforma-se em lagoa.
Não se equivoca a semente quando morre e transforma-se em planta, equivoca-se a semente que, por não morrer, renuncia à vida.
Não se equivoca o homem que tenta andar por distintos caminhos para alcançar seus objetivos, equivoca-se aquele que por temor de se equivocar simplesmente não caminha.
Não se equivoca o pássaro que voando pela primeira vez cai, equivoca-se aquele que por temor a cair renuncia a voar – e permanece no ninho. Penso que equivocam-se aqueles que não aceitam que ser um homem é buscar a si mesmo a cada dia, sem na verdade nunca nos encontrarmos plenamente.
Acho que, no final do caminho, não serás premiado pelo que encontrares, mas por aquilo que procurares honestamente.

Texto de Iehuda Gitelman

domingo, 1 de julho de 2007

Minuto de Reflexão VI

Uma história de todos os dias!

Dois homens, ambos gravemente doentes, estavam no mesmo quarto de hospital. Um deles podia sentar-se na sua cama durante uma hora, todas as tardes, para que os fluidos circulassem nos seus pulmões. A sua cama estava junto da única janela do quarto. O outro homem tinha de ficar sempre deitado de costas.
Os homens conversavam horas a fio. Falavam das suas mulheres e famílias, das suas casas, dos seus empregos, onde tinham passado as férias... E todas as tardes, quando o homem da cama perto da janela se sentava, ele passava o tempo a descrever ao seu companheiro de quarto, todas as coisas que ele conseguia ver do lado de fora da janela.
O homem da cama do lado começou a viver à espera desses períodos de uma hora, em que o seu mundo era alargado e animado por toda a actividade e cor do mundo do lado de fora da janela. A janela dava para um parque com um lindo lago. Patos e cisnes chapinhavam na água enquanto as crianças brincavam com os seus barquinhos. Jovens namorados caminhavam de braços dados por entre as flores de todas as cores do arco-íris. Árvores velhas e enormes acariciavam a paisagem, e uma ténue vista da silhueta da cidade podia ser vista no horizonte.
Enquanto o homem da cama perto da janela descrevia isto tudo com extraordinário pormenor, o homem no outro lado do quarto fechava os seus olhos e imaginava a pitoresca cena.
Um dia, o homem perto da janela descreveu um desfile que ia a passar. Embora o outro homem não conseguisse ouvir a banda, ele conseguia vê-la e ouvi-la na sua mente, enquanto o outro senhor a retractava através de palavras bastante descritivas.
Dias e semanas passaram.
Uma manhã, a enfermeira chegou ao quarto trazendo água para os seus banhos, e encontrou o corpo sem vida do homem perto da janela, que tinha falecido calmamente enquanto dormia.
Ela ficou muito triste e chamou os funcionários do hospital para que levassem o corpo. Logo que lhe pareceu apropriado, o outro homem perguntou se podia ser colocado na cama perto da janela. A enfermeira disse logo que sim e fez a troca. Depois de se certificar de que o homem estava bem instalado, a enfermeira deixou o quarto. Lentamente, e cheio de dores, o homem ergueu-se, apoiado no cotovelo, para contemplar o mundo lá fora. Fez um grande esforço e lentamente olhou para o lado de fora da janela que dava, afinal, para uma parede de tijolo!
O homem perguntou à enfermeira o que teria feito com que o seu falecido companheiro de quarto, lhe tivesse descrito coisas tão maravilhosas do lado de fora da janela. A enfermeira respondeu que o homem era cego e nem sequer conseguia ver a parede. "Talvez ele quisesse apenas dar-lhe coragem...".
Moral da História: Há uma felicidade tremenda em fazer os outros felizes, apesar dos nossos próprios problemas .
A dor partilhada é metade da tristeza, mas a felicidade, quando partilhada, é dobrada.
Se te queres sentir rico, conta todas as coisas que tens que o dinheiro não pode comprar.


"O dia de hoje é uma dádiva, por isso é que lhe chamam o PRESENTE."

quarta-feira, 13 de junho de 2007

Minuto de Reflexão V

Nasceste no lar que precisavas,
Vestiste o corpo físico que merecias,
Moras onde melhor Deus te proporcionou,
De acordo com teu adiantamento.

Possuis os recursos financeiros coerentes
Com as tuas necessidades, nem mais, nem menos,
Mas o justo para as tuas lutas terrenas.

Teu ambiente de trabalho
é o que elegeste espontaneamente para a tua realização.
Teus parentes, amigos são
as almas que atraíste, com tua própria afinidade.
Portanto, teu destino está constantemente sob teu controle.

Tu escolhes, recolhes, eleges, atrais, buscas, expulsas,
Modificas tudo aquilo que te rodeia a existência.
Teus pensamentos e vontade são a chave de teus actos e atitudes...
São as fontes de atração e repulsão na tua jornada e vivência.

Não reclames nem te faças de vítima.
Antes de tudo, analisa e observa.
A mudança está em tuas mãos.

Reprograma tua meta,
Busca o bem e viverás melhor.

Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo,
Qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim.


Por Chico Xavier

quarta-feira, 30 de maio de 2007

Minuto de Reflexão IV

O mestre e o escorpião!


Um mestre viu um escorpião que estava a afogar-se e decidiu tirá-lo da água, mas quando o fez, o escorpião tentou picá-lo. Devido à reação, o mestre soltou-o e o animal caiu de novo na água voltando a afogar-se. O mestre tentou tirá-lo novamente e mais uma vez o animal tentou picá-lo.

Alguém que estava a observar aproximou-se do mestre e disse-lhe:
- Desculpe, mas você é teimoso! Não entende que todas as vezes que tentar tirá-lo da água, ele irá picá-lo?
O mestre respondeu:
- A natureza do escorpião é picar, e isto não vai mudar a minha, que é ajudar.

Então, com a ajuda de uma folha, o mestre tirou o escorpião da água e salvou-lhe a vida.

Não devemos mudar a nossa natureza só porque alguém nos faz mal, apenas devememos tomar medidas preventivas. Devemos preocupar-nos mais com a nossa consciência do que com a nossa reputação. Porque a consciência é aquilo que nós somos, e a reputação é o que os outros pensam que nós. E o que os outros pensam já não é problema nosso.


"Quando a vida te apresentar mil razões para chorar, mostra-lhe mil e uma razões pelas quais sorrir".

segunda-feira, 14 de maio de 2007

Minuto de Reflexão III

Até onde vamos?


Num mundo cada vez mais global, beneficiamos do aprofundamento das relações sociais, económicas, políticas, culturais e das comunicações entre Todos. Esta globalização traduz-se para cada um de nós numa maior liberdade, uma vez que não ficamos restringidos ao que a nossa comunidade e/ou o nosso país nos pode oferecer, alargando os nosso horizontes.
O jornal Metro, na sua edição de 08/05/2007 (pág. 12), lança uma notícia sobre o mundo dos leilões na internet. A notícia sita um anúncio, em que um brasileiro pôs à venda a sua "esposa, óptimo estado de conservação". Não se trata de um caso polémico isolado, visto que a notícia enumera mais alguns casos. Havendo mesmo um inglês que vendia "absolutamente nada" e como forma de promover a oferta referia "é o presente perfeito para quem tem tudo", "fácil de guardar" e capaz de "combater o capitalismo", conseguindo atingir ofertas até ao valor de 17,50€.
Trata-se apenas de um exemplo, entre os muitos que poderíamos encontrar no fascinante mundo da internet. Verificamos que a liberdade, que falávamos atrás, pode algumas vezes ser confundida com um mundo sem regras onde tudo é possível e tudo é permitido, nomeadamente na internet, um meio de comunicação de fácil acesso e onde cada um pode dar asas à sua imaginação. Esta maior liberdade que a globalização nos apresentou, também se traduz em maior responsabilidade, pois cada vez mais os pequenos actos que temos no nosso cantinho do mundo, podem influenciar milhões no planeta.


"A liberdade é mais destruída pelos seus excessos, que pelos seus inimigos."

domingo, 29 de abril de 2007

Minuto de Reflexão II

A Atitude é Tudo!


Na vida temos que ter atitude.
O João era o tipo de homem que qualquer pessoa gostaria de conhecer.
Estava sempre de bom humor e tinha sempre qualquer coisa de positivo para dizer.
Se alguém lhe perguntasse como estava, a resposta seria logo:
- Cada dia melhor ... !!!
Era um gerente especial, os empregados seguiam-no de restaurante em restaurante, só por causa da sua atitude. Era um motivador nato: se um colaborador tinha um mau dia, o João dizia-lhe sempre para ver o lado positivo da situação.
Fiquei tão curioso com o seu estilo de vida. que um dia perguntei-lhe:
- João, como podes ser uma pessoa tão positiva o tempo todo? Como é que consegues isso?
Respondeu-me:
- Cada manhã, ao acordar, digo para mim mesmo: "João, hoje tens duas escolhas, podes ficar de bom humor ou de mau humor, e escolho ficar de bom humor." Cada vez que algo de mau acontece, posso escolher fazer-me de vítima ou aprender alguma coisa com o ocorrido: escolho aprender algo. Sempre que alguém reclama, posso escolher aceitar a reclamação ou mostrar o lado positivo da vida.
Nunca mais me esqueci do que o João me disse, e lembrava-me sempre dele quando fazia uma escolha.
Anos mais tarde soube que o João cometera um erro, deixando pela manhã a porta de serviço aberta, e foi surpreendido por assaltantes.
Dominado, enquanto tentava abrir o cofre, a mão, tremendo com o nervosismo, desfez a combinação do segredo. Os ladrões entraram em pânico, dispararam e atingiram-no.
Por sorte, foi encontrado a tempo de ser socorrido e levado para um hospital.
Depois de 18 horas de cirurgia e semanas de tratamento intensivo, teve alta, ainda com fragmentos de balas alojadas no corpo.
Encontrei-o mais ou menos por acaso passado um tempo, e quando lhe perguntei como estava, logo me respondeu com o seu habitual ar bem disposto:
- Óptimo, se melhorar estraga!
Contou-me o que tinha acontecido, e perguntou se queria ver as suas cicatrizes.
Recusei-me a ver os seus ferimentos, mas perguntei-lhe o que lhe tinha passado pela cabeça na ocasião do assalto.
- A primeira coisa que pensei foi que devia ter trancado a porta das traseiras. Respondeu:
- Então, deitado no chão, ensanguentado, lembrei-me que tinha duas escolhas: poderia viver ou morrer. Escolhi viver!!
- Não tiveste medo? -perguntei
- Olha, os paramédicos foram óptimos, diziam-me que tudo ia dar certo e que eu ia ficar bom. Mas quando cheguei à sala de emergência e vi a expressão dos médicos e enfermeiras, fiquei apavorado: nas expressões deles eu lia claramente: Esse aí já era...
- Decidi que tinha de fazer algo.
- E o que fizeste?? perguntei:
- Bem, havia uma enfermeira que fazia muitas perguntas. Perguntou-me se eu era alérgico a alguma coisa. Eu respondi que sim. Todos pararam para ouvir a minha resposta. Tomei fôlego e gritei: "Sou alérgico a balas!!" Entre a risota geral, disse-lhes: "Eu escolho viver, operem-me como um ser vivo, não como um morto!!"
O João sobreviveu graças à persistência dos médicos, mas, também graças à sua atitude.
Aprendi que todos os dias temos a opção de viver plenamente e tomar decisões, pois serão essas atitudes que trarão benefícios agora e para a eternidade.


Afinal de contas ... A ATITUDE É TUDO!

"Nunca devemos mudar de cavalo no meio do rio", Abraham Lincoln